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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A palavra "Química"

    A nomenclatura empregada no estudo dessa disciplina



*Fábio Rendelucci


Se há algo mal interpretado em conversas e textos é a palavra "química", utilizada tanto como substantivo quanto como adjetivo. Quem de nós nunca ouviu uma frase como "Esse produto contém muita química"? Minha pergunta é a seguinte. O que não contém química? Partindo do fato de que tudo é composto por átomos e que cada átomo é de um elemento químico, a única conclusão é que há química em absolutamente tudo!

Qualquer coisa, viva ou morta, orgânica ou inorgânica, tem sua origem em ligações ou reações químicas. Só estamos vivos porque nosso organismo é capaz de realizar reações. O vegetal que comemos na salada cresceu à base de reações e até a pedra que chutamos na calçada tem sua composição determinada por ligações ou reações químicas.

Afinal, o que queremos dizer com "contém muita química"? Que algo existe?

Você dirá que estou sendo radical e corporativista e que só estou defendendo a química para garantir a audiência deste site. Dirá que usamos essa frase para qualificar um produto como natural ou não. Tudo certo, mas rebaterei suas afirmações com o seguinte. O que podemos considerar natural? O que são os produtos e as substâncias que produzimos? Sobrenaturais? Não é natural que o homem promova reações químicas e busque novas tecnologias para melhorar sua vida? Se continuarmos nessa linha de raciocínio, teremos que admitir que morar em apartamentos, falar ao telefone ou utilizar um computador conectado à internet não é natural.

Radiação e radioatividade
Assim como no uso da palavra química cometemos equívocos, também nos equivocamos com uma série de outros termos, como radiação e radioatividade, por exemplo.

Radiação é uma forma de propagação de energia. Sentado agora na frente de seu monitor lendo este texto, você está exposto à radiação luminosa proveniente da tela. Muito provavelmente, também está exposto à radiação luminosa emitida por uma luminária e pela radiação térmica solar.

Radioatividade é a emissão espontânea de partículas ou de energia por um núcleo atômico. Como você vê, poderíamos colocar uma placa na praia com os dizeres "Proteja-se da radiação" e todos fugiriam, acreditando tratar-se de contaminação radioativa.

Falando ainda de radioatividade, podemos citar certos radiofármacos (medicamentos que possuem em sua composição isótopos radioativos), que são ministrados nos pacientes para a realização de alguns exames. Esse é o caso do mapeamento (ou cintilografia) da glândula tireóide, que utiliza o I-123 (isótopo 123 do iodo). Nesses casos, diz-se ao paciente que ele deve tomar um "contraste". Ninguém usa o termo radiofármaco ou medicamento radioativo.

Ditos populares
Temos que tomar alguns cuidados com os ditos e com a sabedoria popular, não apenas no tocante aos termos utilizados, mas também ao seu conteúdo. Quer um exemplo de incoerência popular? Todo mundo sabe que, quando alguém fica alcoolizado e precisa ser levado a um pronto-socorro, com certeza receberá "glicose na veia", certo? Ou seja, faz-se com que o paciente receba uma grande dose de açúcar. Só que quando nosso paciente, em vez de ir ao hospital, consegue voltar para casa, preparamos para ele um café forte e sem açúcar!

Pois bem, qual a utilidade de todo esse discurso que mais parece aula de português? Fazer você prestar bastante atenção aos termos que utiliza, para não usá-los de maneira incorreta. E também fazer você prestar atenção à sabedoria popular, que nem sempre expressa verdades científicas. Lembre-se de que, numa conversa informal, você corre o risco de parecer pedante ao utilizar terminologia técnica e preciosista, mas em uma prova de química a coisa pode ser bem diferente. Mas a palavra que eu gosto mesmo, é:  "Química do amor"... você discorda?!!!





*É professor de química e física,
diretor do cursinho COC-Universitário de Santos e
 presidente da ONG Sobreviventes.
 

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Família e dEficiência , Pais e Profissionais - Uma relação especial...

PAIS E PROFISSIONAIS - UMA RELAÇÃO ESPECIAL

A maioria dos profissionais de formação superior, em função de sua formação acadêmica, tende a ter uma visão de atuação mais individualista, baseada em modelo clínico, que privilegia a especialização, o saber compartimentado, a tecnificação das ações.

Ao se depararem com a prática, normalmente encontram dificuldades para trabalhar em equipe, para compartilhar seus conhecimentos, mesmo com profissionais de seu nível. O mais grave é não perceberem a importância dos professores, instrutores e auxiliares como elementos de grande importância da equipe e sem os quais se tornaria impossível a execução dos programas.

É de suma importância que a troca de conhecimentos entre os técnicos das várias especialidades e níveis seja intensa e ocorra de forma sistemática e contínua, e que a confiança, a ética e o respeito mútuo permeiem essa relação.

De acordo com Falkenbach, "todos os indivíduos têm algo a ensinar. Todos nós, indivíduos ou grupos, temos um certo conhecimento. O saber não é coisa de estudados, não está só nos livros. O próprio enfrentamento com os problemas da vida nos dá conhecimento, nos transmite saber."

Da união desses dois saberes poderá surgir um novo conhecimento que, tendo por base a realidade, permitirá a formulação de técnicas e práticas mais adequadas.

A relação profissionais x famílias

Nessa relação, um aspecto importante a ser observado é o cuidado para que o atendimento à família não se revista de um cunho assistencialista e paternalista, tornando-a dependente do profissional e tratando seus membros como receptores de "benesses", ao invés de tratá-los como cidadãos, com direitos e deveres.

Um grave problema que vemos ocorrer é que as Instituições, ao matricular a criança, não deixam claro aos pais sua função de co-responsabilidade no processo educacional de seu filho, observando-se posteriormente a queixa dos profissionais quanto a falta de interesse e envolvimento da família. Por outro lado, também observamos que quando os pais apresentam alguma crítica ou sugestão, nem sempre essa atitude é sentida pelos profissionais como algo positivo, que possa fazê-los parar e refletir sobre a sua atuação, no sentido de crescer como profissionais e como ser humano.
Segundo Gabriela Mader, pode-se observar conflitos sutis ou abertos entre pais e profissionais.

No que diz respeito às diferenças na motivação:

• Os pais são obrigados a se confrontarem com a deficiência, enquanto os profissionais querem/escolhem se confrontar com ela.
• Os pais sentem-se socialmente desvalorizados e são marginalizados pela sociedade, enquanto que os profissionais recebem uma valorização social acima do normal.
Quanto às diferenças de experiência:
• Para os pais ocorre uma diminuição de contatos pessoais, sua formação e prática profissional bem como seus interesses são prejudicados, enquanto que os profissionais desfrutam de uma excelente chance de auto-realização e contatos sociais gratificantes.
• Os pais se sentem inseguros e incapazes, têm que aceitar a orientação dos profissionais, mesmo quando imposta, deixando-se manipular. Os profissionais se consideram os donos do saber, colocam-se como os únicos competentes para orientar os pais, impondo suas recomendações técnicas, sem discutir alternativas.
• A família sofre um desgaste com a convivência diária com esse filho diferente e luta contra o medo do fracasso e do isolamento e muitas vezes as cobranças dos profissionais os sobrecarregam ainda mais, motivo pelo qual apresentam, às vezes, alguma atitude hostil. Já por parte dos profissionais, há uma expectativa de que os pais se envolvam e ficam decepcionados quando isto não ocorre, surgindo atitudes de hostilidade quando os pais não atendem às suas recomendações.
• Os pais devem fornecer informações sobre sua intimidade familiar ao profissional, tornando-se os interrogados. Os profissionais, para analisar a situação da família e estabelecer um plano de trabalho, assumem o papel do interrogador.
• Os pais apresentam sentimentos de culpa quando não conseguem dar conta de todas as recomendações. Os profissionais, quando descobrem falhas na avaliação da evolução da criança, sempre as reputam aos pais, e não ao seu planejamento, com isso aumentando ainda mais os seus sentimentos de culpa.
As principais expectativas recíprocas

Os pais esperam: Os profissionais exigem:

• compreensão, aceitação • aceitação de sua autoridade técnica
• consolação • compreensão
• incentivo • interesse no programa terapêutico
• descarregar sentimentos de culpa • informações corretas
• esperança • cooperação
• pessoas continentes • persistência na terapia
• pessoas que escutem • cooperação em relação aos objetivos
• dividir a responsabilidade


É de extrema importância que o profissional, ao trabalhar com famílias, adote uma postura sócio-educativa, de trocas, numa relação horizontal, tendo sempre em mente que:
• A realidade social e a dinâmica familiar requer que o profissional respeite a individualidade de cada família, procurando não fazer julgamentos de valor.
• A dimensão técnica não autoriza a tomada de decisões ou escolha de condutas: isto cabe à família.
• Os conhecimentos científicos ou os valores moralistas não podem servir de pretexto para o julgamento das famílias, mas de base para ações sócio-educativas.
• A cultura da tutela e as atitudes paternalistas fortalecem a exclusão das famílias.
• A democratização das informações, o saber ouvir, a divulgação dos critérios de atendimento, o esclarecimento quanto ao papel dos pais neste processo são atitudes necessárias e éticas.
É preciso que o profissional utilize uma linguagem clara, criando atmosfera aberta e informal que permita aos pais sentirem-se à vontade para se colocar, fazer perguntas, esclarecer dúvidas. Nesse diálogo de discussão de alternativas com a família, estará contribuindo para desenvolver mecanismos de reflexão e assumindo um papel mais de ajudá-la a refletir do que pensar por ela, mais de questionar do que de discursar, mais de assessorar do que de decidir, contribuindo assim para o seu desenvolvimento como um ser no mundo.

Como mediador, é importante que o profissional se questione sempre: "É esse o mundo que quero para os portadores de deficiência e suas famílias? É possível criar, reinventar, enriquecer o meio ambiente, os modos de vida, a sensibilidade, possibilitando assim alguma transformação em suas vidas?"

Concluindo, podemos afirmar que somente a parceria entre pais e profissionais poderá assegurar a inclusão dos portadores de deficiências em nossa sociedade, de acordo com a Declaração de Manágua:

"Queremos uma sociedade baseada na igualdade, na justiça, na equiparação e na interdependência, que assegure uma melhor qualidade de vida para todos, sem discriminação de nenhum tipo, que reconheça e aceite a diversidade como fundamento para a convivência social. Uma sociedade onde o primeiro seja a condição de pessoa, de todos os seus integrantes, que garanta sua dignidade, seus direitos humanos, sua autodeterminação, sua contribuição à vida comunitária e seu pleno acesso aos bens sociais".

Bibliografia

BUSCAGLIA, L. Os Deficientes e seus Pais: Um desafio ao aconselhamento. Record, Rio de Janeiro, 1993

FENAPAEs. Família e Profissionais: rumo à parceria - Manual para Profissionais - Brasília, 1997

MADER, G. A Participação dos Pais na Reabilitação da Pessoa Portadora de Deficiência - Palestra na Reunião do Conselho de Administração da FENAPAEs, Brasília, abril/1996

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Qual é a nossa dificuldade em relação a dificuldade do outro?




Temos que ter um olhar crítico em relação ao nosso preconceito para podermos vencê-lo e somente assim poderemos enxergar o outro como um ser humano normal, mas com necessidades especiais...

A introdução do computador na educação tem provocado uma verdadeira revolução na concepção de ensino e de aprendizagem. A quantidade de programas educacionais e as diferentes modalidades de uso do computador mostram que esta tecnologia pode ser bastante útil no processo de ensino-aprendizagem, e à medida em que este uso se dissemina, passa a ser uma ferramenta de complementação, de aperfeiçoamento e de possível mudança na qualidade do ensino.

As mudanças acarretadas pela sociedade da informação foram muito rápidas, sendo que a maioria dos professores não conseguiu acompanhá-las. O uso do computador como meio educacional acontece juntamente com um questionamento da função da escola e do papel do professor. A função do aparato educacional não deve ser a de ensinar, mas a de promover o aprendizado. Isso significa que o professor deixa de ser o repassador de conhecimento para ser criador de ambientes de aprendizado e de facilitador do processo pelo qual o aluno adquire conhecimento.

Numa sociedade que busca o ensino de qualidade para todos, é fundamental que, além do uso de novas tecnologias, o professor esteja preparado para receber, em suas classes regulares, alunos portadores de necessidades educacionais especiais. Porém, atualmente, alunos com necessidades educacionais especiais estão sendo aceitos na rede regular de ensino, sem que o professor tenha alguma formação na área de dEficiência, além de não possuir a formação necessária para o uso de informática. No âmbito das tecnologias assertivas o computador pode ser um caderno eletrônico, desde que sejam utilizados hardwares e softwares adequados.

Ao estudarmos a história da educação especial no Brasil e no mundo, podemos constatar, segundo Sassazaki (1996), que esta história teve quatro principais fases.

A primeira, que corresponde ao período anterior ao século 20, pode ser chamada de fase da exclusão, na qual a maioria das pessoas com deficiência e outras condições era tida como indigna de educação escolar.

A segunda fase, chamada de segregação, já no século 20, começou com o atendimento às pessoas dEficientes dentro de grandes instituições que, entre outras coisas, propiciavam classes de alfabetização. A partir da década de 50 e mais fortemente nos anos 60, com a eclosão do movimento dos pais de crianças a quem era negado ingresso em escolas comuns, surgiram as escolas especiais e, mais tarde, as classes especiais dentro de escolas comuns. O sistema educacional ficou com dois subsistemas funcionando paralelamente e sem ligação uma com a outra: a educação comum e a educação especial.

A terceira fase, localizada na década de 70, constituiu a fase da integração, embora a bandeira da integração já tivesse sido defendida a partir do final dos anos 60. Nesta nova fase, houve uma mudança filosófica em direção à idéia de educação integrada, ou seja, escolas comuns aceitando crianças ou adolescentes dEficientes nas classes comuns ou, pelo menos, em ambientes o menos restritivo possível.

Só que se consideravam integrados apenas aqueles estudantes com deficiência que conseguissem adaptar-se à classe comum como esta se apresentava, portanto sem modificações no sistema. A educação integrada ou integradora exigia a adaptação dos alunos ao sistema escolar, excluindo aqueles que não conseguiam adaptar-se ou acompanhar os demais alunos. As leis sempre tinham o cuidado de ressaltar a condição "preferencialmente na rede regular de ensino", o que deixava em aberto a possibilidade de manter crianças e adolescentes com deficiência nas escolas especiais.

Finalmente, a quarta fase, a de inclusão, surgiu na segunda metade da década de 80, incrementou-se nos anos 90 e vai adentrar o século 21. A idéia fundamental desta fase é a de adaptar o sistema escolar às necessidades dos alunos. A inclusão propõe um único sistema educacional de qualidade para todos os alunos, com ou sem deficiência e com ou sem outros tipos de condição atípica. A inclusão se baseia em princípios tais como: a aceitação das diferenças individuais como um atributo e não como um obstáculo, a valorização da diversidade humana pela sua importância para o enriquecimento de todas as pessoas, o direito de pertencer e não de ficar de fora, o igual valor das minorias em comparação com a maioria. A educação inclusiva depende não só da capacidade do sistema escolar (diretor, professores, pais e outros) em buscar soluções para o desafio da presença de tão diferentes alunos nas classes, como também do desejo de fazer de tudo para que nenhum aluno seja novamente excluído com base em alguma necessidade educacional muito especial.

O autor citado anteriormente ainda aponta alguns pressupostos básicos, que devem ser levados em consideração ao analisarmos o processo de inclusão educativa:

1. o que é melhor para pessoas dEficientes depende de inúmeros fatores (desejo dos pais; desejo das próprias pessoas dEficientes; opinião das autoridades educacionais, a realidade escolar da cidade ou região etc.);

2. escola integrada e escola integradora significam a mesma coisa, dentro da proposta surgida na fase da integração;

3. dentro da proposta de inclusão, a escola especial, a sala de recursos e os professores de educação especial terão novas e mais importantes funções, e as classes especiais não serão mais necessárias;

4. uma escola inclusiva, diferentemente de uma escola integradora, acolhe todos os alunos adaptando-se às suas diferentes necessidades;

5. uma escola comum, tal qual sempre existiu, não se torna automaticamente uma escola inclusiva só porque admitiu alguns alunos com deficiência nas classes comuns;

6. uma escola comum só se torna inclusiva depois que se reestruturou para atender à diversidade do novo alunado em termos de necessidades especiais (não só as decorrentes de deficiência física, mental, visual, auditiva ou múltipla, como também aquelas resultantes de outras condições atípicas), em termos de estilos e habilidades de aprendizagem dos alunos e em todos os outros requisitos do princípio da inclusão, conforme estabelecidos no documento "A Declaração de Salamanca e o Plano de Ação para a Educação de Necessidades Especiais".

O referido documento foi adotado por mais de 300 participantes representando 92 países e 25 organizações internacionais, presentes na Conferência Mundial sobre Educação de Necessidades Especiais: Acesso e Qualidade, realizada na cidade de Salamanca, Espanha, em junho de 1994, com o patrocínio da UNESCO e do Governo Espanhol.

Trata-se do mais completo texto sobre inclusão na educação, em cujos parágrafos fica evidenciado que a educação inclusiva não se refere apenas às pessoas com deficiência e sim a todas as pessoas, dEficientes ou não, que tenham necessidades educacionais especiais em caráter temporário, intermitente ou permanente. Isto se coaduna com a filosofia da inclusão à medida em que a inclusão não admite exceções - todas as pessoas devem ser incluídas.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão : Construindo uma Sociedade para Todos. Editora WVA, Rio de Janeiro, 1997.

________. As Escolas Inclusivas na Opinião Mundial. In: Sassazaki, R. K. educação para o trabalho. Curitiba, 1998. workshop realizado no II Congresso Brasileiro sobre Educação Especial, 4 a 7 de abril, 1998. 2p. (mimeo).
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Confira dicas para organizar os estudos para o Enem 2013 A cem dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Portal EBC promoveu hoje um bate-papo com dicas de preparação para a prova. Os professores Jorge Figueiredo, coordenador pro projeto Plantão Enem, da Secretaria de Educação de Minas Gerais, e Israel Batista, professor de história do curso pré-vestibular Alub, de Brasília, explicaram estratégias de estudo e listaram alguns assuntos que podem estar na prova de 2013. Assista aqui: A principal recomendação dos professores é organizar um calendário de estudos, priorizando as disciplinas e conteúdos que os estudante enfrenta maior dificuldade. “Ele precisa revisar as matérias nas quais ele se considera um bom aluno e se dedicar aos temas que ele tem mais dificuldade. Ele tem que fazer um calendário e definir quanto tempo vai se dedicar a cada matéria, sabendo que o Enem dá muito ênfase ao português e à interpretação de texto, é uma prova inteligente”, explicou o professor Israel. Leia também: Acesse aplicativo Questões Enem para treinar para a prova Confira o Edital do Enem Enem endurece critérios de correção da redação para 2013Atualidades Uma das principais características da prova do Enem é cobrar conteúdos atuais. O professor Jorge lembrou que a prova é uma “caixinha de surpresas”, mas que há grandes chances de que temas como os protestos recentes no Brasil e a reforma política caiam no Enem – inclusive na redação. “Algo que pode estar na prova é a diferença entre o plebiscito e referendo, são irmãos gêmeos que nascem na mesma época histórica, lá na Roma antiga. É preciso rever os principais plebiscitos do Brasil porque as provas não cobram as atualidades de maneira pura, mas verificando se você tem um conhecimento histórico. É um prato cheio para as questões interdisciplinares” http://www.ebc.com.br/educacao/questoesenem

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“O Crítico não conta absolutamente nada . Tudo o que faz é apontar um dedo acusador no momento em que o forte sofre uma queda, ou na hora em que o que está fazendo algo comete um erro. O verdadeiro crédito vai para aquele que está na arena com o rosto sujo de poeira, suor e sangue, lutando com coragem... O verdadeiro crédito vai para aquele que erra, que falha, mas que aos poucos vai acertando, porque não existe esforço sem erro. Ele conhece o grande entusiasmo, a grande devoção e está gastando sua energia em algo que vale a pena. Este é o verdadeiro homem, que na melhor das hipóteses irá cair, mas mesmo em sua queda é grande, porque viveu com coragem, e esteve acima daquelas almas mesquinhas que jamais conheceram vitórias ou derrotas” Fragmentos de um discurso que o presidente americano Theodore Roosevelt pronunciou na Sorbonne de Paris, no dia 23 de abril de 1910.

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