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“Uns dos principais problemas enfrentados pelos jovens nos dias atuais estão relacionados à sexualidade, em especial a gravidez indesejada na adolescência, fato esse que implica na evasão escolar de muitas alunas adolescentes”.
Tal fato demonstra a falha tanto da escola que não foi capaz de fornecer orientação sexual precisa de modo a evitar que esse fato se repetisse diversas vezes na U.E.; como também demonstra incompetência da família e da sociedade como um todo, em prover sólidos valores morais e éticos e em conscientizar-lhes acerca da própria sexualidade e das implicações, cuidados, normas, atitudes e comportamentos salutares que o indivíduo deve adotar a fim de preservar seu bem-estar. Sabe-se que o número de adolescentes que engravidam aumenta progressivamente e em idades cada vez mais precoces, pois a idade da menarca tem se adiantado por volta de quatro meses por década do século XX, sendo que a idade média para que ocorra é de 12,5 a 13,5 anos, expondo a adolescente a engravidar cada vez mais cedo. A revolução sexual das décadas de 60 e 70 em conseqüência do movimento feminista propiciou o aumento da gravidez na adolescência, não somente no Brasil, mas em outros países como os Estados Unidos, onde na década de 70 ocorreu uma "epidemia" de adolescentes grávidas.
A crescente tendência da liberação do comportamento social, especificamente, o sexual, contribui para o aumento da gravidez na adolescência, devido à falta de conhecimento do próprio corpo enquanto função reprodutora, vinda da falta de uma educação esclarecedora tanto no âmbito familiar como no escolar e social.
Nesse contexto, é interessante que as escolas, tanto públicas quanto particulares, enfatizem a educação sexual para os jovens, esclarecendo suas dúvidas e lhes oferecendo toda orientação a respeito do assunto.
A conscientização visa proporcionar o exercício da sua sexualidade de forma responsável, prazerosa e saudável e oferecer critérios para o discernimento e adoção de comportamentos que efetivem os citados desejos e ainda oportunizar esclarecimentos e reflexões acerca do aborto, doenças sexualmente transmissíveis e de que forma a iniciação da vida sexual na adolescência influi nos estudos e na escolha de uma carreira profissional.
De maneiras diversas, as pessoas exercem formas de controle uns sobre os outros, bem como escapam e resistem a este poder. O dispositivo da sexualidade perpassa espaços escolares, instaura regras e normas, estabelecem mudanças no modo pelo quais os indivíduos dão sentido e valor a sua conduta, desejos, prazeres, sentimentos e sonhos. Saber lidar de modo sábio com toda essa situação é de suma importância para se levar uma vida mais feliz e satisfatória.
Tal fato demonstra a falha tanto da escola que não foi capaz de fornecer orientação sexual precisa de modo a evitar que esse fato se repetisse diversas vezes na U.E.; como também demonstra incompetência da família e da sociedade como um todo, em prover sólidos valores morais e éticos e em conscientizar-lhes acerca da própria sexualidade e das implicações, cuidados, normas, atitudes e comportamentos salutares que o indivíduo deve adotar a fim de preservar seu bem-estar. Sabe-se que o número de adolescentes que engravidam aumenta progressivamente e em idades cada vez mais precoces, pois a idade da menarca tem se adiantado por volta de quatro meses por década do século XX, sendo que a idade média para que ocorra é de 12,5 a 13,5 anos, expondo a adolescente a engravidar cada vez mais cedo. A revolução sexual das décadas de 60 e 70 em conseqüência do movimento feminista propiciou o aumento da gravidez na adolescência, não somente no Brasil, mas em outros países como os Estados Unidos, onde na década de 70 ocorreu uma "epidemia" de adolescentes grávidas.
A crescente tendência da liberação do comportamento social, especificamente, o sexual, contribui para o aumento da gravidez na adolescência, devido à falta de conhecimento do próprio corpo enquanto função reprodutora, vinda da falta de uma educação esclarecedora tanto no âmbito familiar como no escolar e social.
Nesse contexto, é interessante que as escolas, tanto públicas quanto particulares, enfatizem a educação sexual para os jovens, esclarecendo suas dúvidas e lhes oferecendo toda orientação a respeito do assunto.
A conscientização visa proporcionar o exercício da sua sexualidade de forma responsável, prazerosa e saudável e oferecer critérios para o discernimento e adoção de comportamentos que efetivem os citados desejos e ainda oportunizar esclarecimentos e reflexões acerca do aborto, doenças sexualmente transmissíveis e de que forma a iniciação da vida sexual na adolescência influi nos estudos e na escolha de uma carreira profissional.
De maneiras diversas, as pessoas exercem formas de controle uns sobre os outros, bem como escapam e resistem a este poder. O dispositivo da sexualidade perpassa espaços escolares, instaura regras e normas, estabelecem mudanças no modo pelo quais os indivíduos dão sentido e valor a sua conduta, desejos, prazeres, sentimentos e sonhos. Saber lidar de modo sábio com toda essa situação é de suma importância para se levar uma vida mais feliz e satisfatória.
