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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

9 maneiras de ser um professor mais eficiente


1. SÃO OS ALUNOS QUE IMPORTAM
Alguns professores sentem-se extremamente orgulhosos de seus cargos. E dá até para entender a razão. Afinal, são anos e anos de pesquisas e estudos para estar ali, naquela sala de aula. E agora aqueles alunos seriam os sortudos que iriam beber da sabedoria dele por todo ano letivo. Aqueles que pensam assim estão construindo uma imensa barreira entre eles, os estudantes e o aprendizado. Os melhores mestres vêem a si mesmos como guias. Eles compartilham o que sabem, porém entendem que eles não são o foco principal daquela sala de aula. Seus discípulos o são. Não se deve perguntar "o que eu vou fazer hoje", mas sim "o que eu espero que meus alunos façam/aprendam hoje". O planejamento do dia fica muito mais fácil.
 
2. ESTUDE OS ESTUDANTES
 Imagine um professor entrando em sala de aula dizendo: - Bom, abra seu livro na página... na página que vocês encontrarem essa matéria. Nada pior para a imagem, não é mesmo? Se é importante conhecer o material didático, imagine entender seus alunos. Que, ao contrário dos livros, não são feitos em série. Cada um possui uma particularidade, algo que o faz único. É fácil imaginar que é complicado descobrir o que cada um deseja, o que motiva seus estudantes. Mas faça uma analogia. Imagine que um amigo que mora longe lhe telefona. Ele diz que está em sua cidade e quer fazer-lhe uma visita, como se chega em sua escola? Qual a pergunta que você faz nessa situação? - Você está perto do quê/em que rua? Logo em seguida, pergunta se ele está a pé ou de carro. A partir daí, pode indicar o caminho certo para se encontrarem. Da mesma forma, seus alunos. Se você quer que eles tenham aprendido alguma coisa no final do ano, primeiro descubra onde estão, quais os recursos que possuem.
 
3. SE VOCÊ QUER QUE ELES SE ARRISQUEM, OFEREÇA SEGURANÇA
 Parece estranho, mas aprender pode ser uma atividade desconfortável. Os discentes têm que descobrir o que eles não sabem, jogar fora muito daquilo que eles achavam que sabiam. Brasílio NetoPor isso, crie um ambiente de segurança. Iluminação e cores corretas ajudam, além de diversos outros detalhes ao alcance do professor: A - Decore as paredes com os trabalhos dos alunos, ou fale sempre nos exemplos e nos casos que eles trazem para sala. A idéia é fazer com que a sala de aula seja um lugar que pertença a eles, alunos. B - Da mesma maneira, crie um pequeno ritual para início de aula. Pode ser algo simples, como entrar e dar bom dia de determinada maneira, ir até um ponto da sala e sorrir. Com isso, os alunos percebem, inconscientemente, que eles estão em terreno conhecido e que não há o que temer.
 
4. VULNERABILIDADE NÃO COMPROMETE A CREDIBILIDADE
 Um professor não precisa ter todas as respostas. Se você disser "eu não sei", isso não significa que sua classe vai acreditar menos em você. Ao contrário, seus alunos irão admirá-lo ainda mais.
 
5. REPITA OS PONTOS IMPORTANTES
 O norte-americano William H. Rastetter foi professor da Universidade de Harvard antes de ser chamado para dirigir uma grande empresa. Ele passa uma regra para seus colegas: "A primeira vez que você diz alguma coisa, as pessoas escutam. Se você fala uma segunda vez, as pessoas reconhecem aquilo; e se você fala uma terceira vez, elas aprendem." O desafio é fazer isso de forma que você não se torne chato ou repetitivo. Mude as palavras, passe conceitos através de exercícios e experiências. Use sua criatividade.
 
6. BONS PROFESSORES FAZEM BOAS PERGUNTAS
 Fazer perguntas que se respondam com "certo" ou "errado" não estimula uma boa discussão em sala de aula. Procure fazer perguntas abertas. Por que isso funciona assim? Qual a razão dessa reação/atitude? E se fizéssemos de outra maneira?
 
7. ESCUTE MAIS DO QUE FALA
 Ao lecionar, aquilo que você faz é tão importante quanto aquilo que você diz. E escutar o que seus alunos têm a dizer significa que você se importa com eles, que leva em consideração as idéias da classe. Permita momentos de silêncio em sala de aula, eles significam que o conhecimento está sendo processado. E lembre-se, nem sempre seus alunos se comunicam por palavras. Fique atento aos sinais não escritos, como olhares, movimentos, entre outros.
 
8. PERMITA QUE OS ALUNOS ENSINEM ENTRE SI
Você não é a única fonte de conhecimento disponível a seus alunos. Eles também aprendem entre si. Uma turma de alunos funciona como um triângulo de aprendizado, no qual o professor é apenas um vértice. Use essa força a seu favor. Dê a seus alunos pequenos textos, e peça que eles o interpretem entre si para responder uma questão. Naturalmente eles escutam mais uns aos outros para encontrar a solução mais adequada.
 
9. PAIXÃO E PROPÓSITO
O que faz a diferença entre um bom professor e um excelente professor não está nos cursos feitos, não aparece nas teses defendidas nem nas pesquisas feitas. Independe dos anos de profissão. É a paixão pelo lecionar, por estar ali, todos os dias. É algo que contagia os estudantes e que não pode ser fingido. Se você possui essa vontade para passar-lhes algum conteúdo, só falta informar-lhes o que deve ser aprendido. Faça com que todas as pessoas na sala de aula tenham um objetivo comum. Para que é necessário aprender aquilo? Exatamente o que a classe deve saber de novo até o final do ano?
Fonte: Rede Pitágoras

domingo, 3 de outubro de 2010

E a educação futuros presidentes?

Lamentavelmente a educação não esteve em pauta nesse último debate entre os candidatos a presidencia. Eu fiquei atenta. Gostaria de saber qual deles teria proposta ou formulação de políticas públicas capazes de democratizar o acesso de alunos de baixa renda em universidade públicas nesse país além do ProUni, que beneficia com bolsas, alunos de baixa renda que iram frequentar universidades particulares. Universidades essas que são beneficiadas por meio de isenções fiscais sucateando com isso as Universidades estaduais. Mais uma vez as universidade públicas que atende a maioria de alunos da classe média alta, que foram muito bem preparados em escolas particulares e passam em vestibulares realizados para o nível deles e não do aluno que frequentou uma escola pública. Escola essa, que não tem os mesmos recursos e infraestrutura de uma escola particular. A desigualdade no acesso é gritante. No último levantamento do MEC ficou comprovado que predomina alunos brancos na maioria dos cursos da universidade pública e que 5% desses alunos são pertencentes à faixa dos mais ricos, que vem de escolas particulares. Esse é um fortíssimo componente sócio-econômico e, tambem, racial, ja que a pobreza no Brasil tem cor, principalmente devido a distribuição de riquezas que se concentra nas mãos de uma minoria mais rica, se refletindo no ensino. Eu me pergunto onde está a "escola para todos", "a univerdade gratuita para todos", que é um direito de todo cidadão. Que país é esse que não valoriza a educação no seu país? Onde encontro em escolas públicas alunos na 7ª série, que não sabem ler nem escrever.Como podemos transformar uma sociedade onde mais ou menos 59% do eleitorado do estado de São Paulo de maior índice do PIB desse pais são analfabeto formal, ou seja, o cidadão lê, escreve (sem entender o que escreveu), em outras palavras são "copistas". Issso em pleno século XXI. É muito triste. Mas é bom perceber que cada vez mais os jovens, estão se conscientizando de sua importância no engajamento político e na luta pelos seus direitos, muito bem enfatizado pelo candidato á presidencia Plínio Arruda Sampaio. Como é sabido, "A base de cada estado é a educação da juventude" Um abraço amigos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A educação e o significado da vida


RESENHA

A educação convencional dificulta sobremodo o pensar independente. A padronização do homem conduz a mediocridade[...] tememos pensar em desacordo com o padrão social vigente, num falso respeito à autoridade e à tradição. Felizmente algumas pessoas se interessam com seriedade pelo exame dos problemas humanos, livres do preconceito da esquerda ou da direita...Os sistemas quer educativos, quer políticos, não se transformam miraculosamente; só se modificam quando há em nós uma transformação fundamental. O indivíduo é de primordial importância, e não o sistema...

Não deve a educação estimular o indivíduo adaptar-se a sociedade ou a manter-se negativamente em harmonia com ela, mas ajudá-lo a descobrir os valores verdadeiros, que surgem com a investigação, livre de preconceitos e com o autoconhecimento.

Que benefício traz a instrução, se no decorrer da vida nos destruímos? A série de guerras devastadoras que temos tido, uma após a outra evidencia uma falha fundamental na educação que proporcionamos aos nossos filhos...Mas essa liberdade não se alcança quando o indivíduo só está interessado no próprio engrandecimento e bom êxito.

A liberdade vem com o autoconhecimento, mediante o qual a mente se eleva acima dos empecilhos que para si própria criou ao ansiar por segurança.

É função da educação ajudar cada indivíduo a descobrir todos esses empecilhos psicológicos, e não apenas impor-lhe novos modelos de conduta, novos modos de pensar

[...]O HOMEM ignorante não o é sem instrução, mas aquele que não conhece a si mesmo - e insensato é o homem intelectualmente culto ao crer que os livros, o saber e a autoridade lhe podem dar a compreensão.

Viver num só nível, desprezando o processo global da vida, é atrair desgraças e destruição. A maior necessidade e o problema mais urgente de todo indivíduo é adquirir uma compreensão integral da vida, que o habilite a enfrentar suas contínuas e crescentes complexidades.

- O educador não é um mero transmissor de conhecimentos; é um homem que mostra o caminho da sabedoria, da verdade. Para instituirmos a educação correta, é indispensável compreender o significado da vida como um todo, e, para tal, devemos ser capazes de pensar, não rigidamente, mas de maneira direta e verdadeira.

Não visa a educação a produzir meros letrados, técnicos e caçadores de empregos, mas homens e mulheres integrados, livres de todo o temor; porque só entre tais entes humanos pode haver paz duradoura. (Lucinharib)

J.Krishnamuti, Hugo Veloso - 2003 - 129 páginas.
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Confira dicas para organizar os estudos para o Enem 2013 A cem dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Portal EBC promoveu hoje um bate-papo com dicas de preparação para a prova. Os professores Jorge Figueiredo, coordenador pro projeto Plantão Enem, da Secretaria de Educação de Minas Gerais, e Israel Batista, professor de história do curso pré-vestibular Alub, de Brasília, explicaram estratégias de estudo e listaram alguns assuntos que podem estar na prova de 2013. Assista aqui: A principal recomendação dos professores é organizar um calendário de estudos, priorizando as disciplinas e conteúdos que os estudante enfrenta maior dificuldade. “Ele precisa revisar as matérias nas quais ele se considera um bom aluno e se dedicar aos temas que ele tem mais dificuldade. Ele tem que fazer um calendário e definir quanto tempo vai se dedicar a cada matéria, sabendo que o Enem dá muito ênfase ao português e à interpretação de texto, é uma prova inteligente”, explicou o professor Israel. Leia também: Acesse aplicativo Questões Enem para treinar para a prova Confira o Edital do Enem Enem endurece critérios de correção da redação para 2013Atualidades Uma das principais características da prova do Enem é cobrar conteúdos atuais. O professor Jorge lembrou que a prova é uma “caixinha de surpresas”, mas que há grandes chances de que temas como os protestos recentes no Brasil e a reforma política caiam no Enem – inclusive na redação. “Algo que pode estar na prova é a diferença entre o plebiscito e referendo, são irmãos gêmeos que nascem na mesma época histórica, lá na Roma antiga. É preciso rever os principais plebiscitos do Brasil porque as provas não cobram as atualidades de maneira pura, mas verificando se você tem um conhecimento histórico. É um prato cheio para as questões interdisciplinares” http://www.ebc.com.br/educacao/questoesenem

Todos pela Educação de qualidade...

“O Crítico não conta absolutamente nada . Tudo o que faz é apontar um dedo acusador no momento em que o forte sofre uma queda, ou na hora em que o que está fazendo algo comete um erro. O verdadeiro crédito vai para aquele que está na arena com o rosto sujo de poeira, suor e sangue, lutando com coragem... O verdadeiro crédito vai para aquele que erra, que falha, mas que aos poucos vai acertando, porque não existe esforço sem erro. Ele conhece o grande entusiasmo, a grande devoção e está gastando sua energia em algo que vale a pena. Este é o verdadeiro homem, que na melhor das hipóteses irá cair, mas mesmo em sua queda é grande, porque viveu com coragem, e esteve acima daquelas almas mesquinhas que jamais conheceram vitórias ou derrotas” Fragmentos de um discurso que o presidente americano Theodore Roosevelt pronunciou na Sorbonne de Paris, no dia 23 de abril de 1910.

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